A menopausa, fase natural da vida da mulher, traz consigo desafios que muitas vezes comprometem o trabalho, o sono e o bem-estar emocional. Entre os sintomas mais debilitantes estão os fogachos (ondas de calor) e os suores noturnos. Até agora, a Terapia de Reposição Hormonal (TRH) era o padrão ouro, mas nem todas as mulheres podem ou desejam utilizá-la. É aqui que entra o fezolinetant (comercializado como Veozah ou Veoza).
Como funciona a “pílula do bem-estar”?
Diferente dos tratamentos convencionais, o fezolinetant não contém hormônios. Ele atua diretamente no sistema nervoso central, especificamente no hipotálamo, que funciona como o “termostato” do nosso corpo.
Com a queda do estrogênio na menopausa, o equilíbrio térmico é interrompido por uma substância chamada neurocinina B. O novo medicamento bloqueia os receptores dessa substância (receptores NK3), impedindo que o cérebro envie sinais errados de calor extremo.
Os diferenciais do tratamento
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Rapidez impressionante: Em testes clínicos, muitas mulheres relataram uma redução significativa nos sintomas em apenas uma semana de uso.
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Alternativa Segura: É a solução ideal para mulheres com contraindicações à reposição hormonal, como aquelas com histórico de câncer de mama, trombose ou doenças cardíacas.
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Uso Simples: Um único comprimido diário de 45mg é suficiente para o controle dos sintomas.
Disponibilidade e Futuro no Brasil
A aprovação recente pelo NICE (órgão regulador do Reino Unido) em março de 2026 permitirá que cerca de 500 mil mulheres tenham acesso ao tratamento pelo sistema público britânico.
No Brasil, o medicamento já está sob análise da Anvisa. A expectativa da comunidade médica é que a aprovação ocorra em breve, trazendo para as brasileiras uma opção terapêutica moderna e eficaz que já é sucesso nos Estados Unidos e agora na Europa.
O que dizem os especialistas?
Médicos afirmam que este é o maior avanço no tratamento da menopausa em décadas. “Não estamos apenas tratando um sintoma; estamos devolvendo a produtividade e a dignidade para mulheres que antes sofriam em silêncio”, afirmam especialistas em saúde da mulher.
Lembre-se: Todo medicamento deve ser prescrito por um médico. Consulte seu ginecologista para entender a melhor abordagem para o seu caso.




