A importância do profissional de arquitetura vai muito além da estética. O arquiteto é peça chave dentro deste cenário pois direciona as colunas da arquitetura que são: a estética, a funcionalidade e o desenvolvimento, que juntos compõem o tripé que irá assegurar o sucesso de um projeto.
Além de decoração de interiores o arquiteto tem a incumbência de projetar edificações de forma geral. Quando pensamos em construção, o primeiro profissional a ser consultado deve ser o arquiteto, que irá realizar um projeto levando em consideração necessidades e particularidades dentro das três colunas que falamos.
Além de dar origem ao projeto, arquiteto responde pela segurança de uma obra, desde o início até o resultado final, envolvendo as três principais pautas do projeto como citamos previamente, a estética a funcionalidade e o desenvolvimento. Pois antes de iniciar um projeto é levado em consideração qual é o objetivo daquela habitação, quem irá frequentar o ambiente em questão, quais são as reais necessidades desses moradores e por fim entender a existência e o todo para estabelecer as melhores alternativas.
A primeira coluna do tripé que citamos é a estética que retrata a personalidade, particularidade e realização de quem contrata o arquiteto. Para se obter um projeto que agrade o profissional e o cliente, o arquiteto deve respeitar as necessidades do cliente, articulando entre as exigências técnicas estabelecidas por seus conhecimentos, sendo assim, o arquiteto passa ser um consultor, priorizando o gosto do cliente alinhado ao seu conhecimento.
A segunda coluna é a funcionalidade. Para obter um projeto que seja funcional, é indispensável eleger o objetivo do mesmo, seja ele residencial ou comercial, de morada ou apenas lazer. Atendendo a base do projeto consegue-se chegar nas necessidades correspondentes do mesmo.
Já o desenvolvimento visa como será a rotina da obra, seja na fase de construção, até depois de pronto. Como esses ambientes projetados irão receber quem passará por ele, ordenando os cômodos em seus devidos espaços, que com isso, obtém-se a delimitação exata de cada ambiente, pois o dever do arquiteto é pensar e antecipar como será o uso para que, no futuro, cada metro quadrado projetado seja proveitoso, afável e objetivo.




