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Você já conheceu como a professora Ana Helena Grimaldi uniu arte contemporânea e iPads na sala de aula, sendo reconhecida pelo programa Apple Distinguished Educators. Agora, você verá o projeto de outro professor que utiliza o Mosyle na sala de aula e foi o único do nordeste reconhecido pelo programa ADE.
O programa Apple Distinguished Educators reconhece professores de todo mundo que notoriamente utilizam as tecnologias da Apple de maneira inovadora na sala de aula. Os ADEs formam uma comunidade global para troca de experiências, estimulando a efervescência de novas ideias e a ampliação dos horizontes de ensino-aprendizagem para o século 21.

Antonio Ferro, da Escola Crescimento de São Luís do Maranhão, conseguiu deixar o tão temido ensino de Física mais divertido – mas não menos consistente – em um replanejamento das aulas de um ano letivo inteiro utilizando a tecnologia móvel e o Mosyle. Ele reorganizou o currículo de Física da escola em quatro eixos temáticos: História da Física, Energia, Mobilidade Urbana e Engenharia e Arquitetura.
Redesenho do currículo integrando tecnologias móveis
Como explica Ferro, cada tema gerou uma culminância prática com a integração da tecnologia móvel, como a produção de apresentações e iBooks, a socialização dos conhecimentos pelo Mosyle e o desenho de pontes de macarrão no iPad. Segundo ele, o Mosyle foi um companheiro permanente durante o projeto. “Todo o redesenho do currículo fiz pensando no Mosyle: os alunos podem publicar, nós podemos acompanhar a aprendizagem deles e planejar com base nisso”, afirma Ferro.
Diferente do que muitos podem pensar, o professor afirma que o planejamento da integração dos tablets na sala de aula deve começar pela definição de diretrizes pedagógicas, e não pelas ferramentas em si. “Primeiro você resolve o que você quer que seus alunos aprendam, o que eles devem ser capazes de produzir. Depois, pense em como fazer isso e na ferramenta disponível”, explica o professor.

Compromisso de transformação
Com a total mudança de dinâmica das aulas de Física e o sucesso do projeto, Ferro inscreveu-se no programa de ADEs e foi reconhecido, sendo o único professor das regiões Norte e Nordeste do país a integrar o time de ADEs brasileiros. Antonio Ferro conta que o evento em Miami foi uma experiência fantástica para trocar experiências com professores do mundo todo.
Ele afirma ainda que foi uma oportunidade para ressignificar seu trabalho como educador, após entrar em contato com diferentes realidades de ensino. Além disso, Ferro destaca a importância da formação de uma comunidade global sobre tecnologia e educação. “No senso comum, acham que o ADE é só uma certificação. Mas não é. É um compromisso que nós assumimos de transformar a sala de aula com a tecnologia no mundo todo”.
Fonte: mosyle.com




