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A biografia de Andressa Urach, ‘Morri para viver’, está dando o que falar. De acordo com informações da coluna Retratos da Vida, do jornal ‘Extra’, que teve acesso ao livro, a ex-modelo relatou na obra fazia uso farto de muitas drogas como cocaína e ecstasy.
“Antes de entrar para o bordel, vivenciei algumas andanças pelo mundo das drogas. Cheirei cocaína pela primeira vez com um jovem casal de amigos em uma festa particular. Comprei pessoalmente o pó branco em uma boca de fumo vizinha. O filho recém-nascido desse casal dormia no quarto enquanto atravessávamos a madrugada com os olhos saltados”, contou.
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Livro tem causado polêmica (Foto: Divulgação) |
Ainda na obra, a ex-modelo revelou que sofreu três overdoses. “Eu desmaiei de tanto ingerir balas (como o ecstasy é conhecido nas baladas) e só acordei no hospital. Sob o efeito de lança-perfume e balas, misturei álcool com medicação tarja preta. Não preguei os olhos por doze horas seguidas até desacordar. Parecia um zumbi. Impossível recordar ao certo o tempo que fiquei apagada”, disse.
Uma delas aconteceu em outubro de 2011, no dia de seu aniversário. “Fui convidada para uma comemoração luxuosa numa mansão de um célebre playboy carioca por quem estava apaixonada. O rapaz me rejeitou a noite inteira, e decidi me drogar. Atravessei a madrugada consumindo balas, LSD e MD. Um vidro de lança-perfume foi reservado só para mim. E, como se não bastasse, cheirei cola de sapateiro dentro de uma latinha de energético a noite inteira. Saí de mim. Me vi levantando do sofá e tentando matar uma das moças da festa. Na minha insanidade, ela me provocava e eu a atingia com uma faca”, explicou.





