
Pelo projeto anterior haveria duas intervenções de travessia no Córrego Aurora, hoje o curso não será mais afetado
A Administração do Prefeito Fábio Godoy Graton inicia, nesta semana, mais um importante ciclo para o município de Sales Oliveira: as obras de construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em função das alterações. Acompanhado do Diretor do Departamento Obras e Engenharia, Francisco Carlos Carvalho Nunes, e do Vereador Gabriel Gasola, o Prefeito Fábio esteve em São Paulo, na Superintendência Estadual da FUNASA (Fundação Nacional de Saúde), de onde trouxe a liberação para reinício das obras.
As obras tiveram início na administração anterior e a lagoa de lançamento dos dejetos a serem tratados ficaria no sentido da expansão urbana do município, o que limitaria o aumento. Assim que assumiu a Prefeitura, em 2013, o Prefeito Fábio, alertou-se ao problema da expansão municipal na direção de onde seria a construção do sistema de esgoto sanitário e propôs a mudança de local da lagoa. Um projeto solicitando a alteração foi encaminhado à Câmara Municipal. Paralelo a isso, uma denúncia foi feito no Ministério Público, de que a alteração estaria beneficiando pessoalmente o Prefeito e seus negócios familiares, bem como de ricos da cidade. O Ministério Público Federal deu ganho de causa à Prefeitura, por falta de provas.
A expansão já está acontecendo. Ao lado de onde seria a lagoa iniciou um novo loteamento, o que ficaria inviável, pois ninguém gostaria de residir ao lado de um sistema de esgoto sanitário. Outro loteamento bem próximo já está com a documentação no Graprohab.
O Prefeito Fábio enfatiza a sua preocupação para a agilidade dessas obras, pois é de seu interesse que a cidade cresça, com novos loteamentos, ou casas populares, porém, era preciso investir primeiro em saneamento básico. As unidades de tratamento em operação hoje, ETE Aurora e ETE Lajeado, não suportariam a carga orgânica proveniente de novos loteamentos ou conjuntos habitacionais. “Com essa obra Sales Oliveira fica apta para receber casas populares”, disse o Prefeito.
Outra questão que deve ser salientada é pelo projeto anterior, devido ao posicionamento da ETE, haveria dois pontos de travessia da tubulação de emissários, com o esgoto proveniente das residências, podendo, em caso de rompimento da linha de recalque, contaminar a água do córrego. Com o novo posicionamento da lagoa, não é mais necessária a travessia no curso fluvial.
Trata-se de uma estação de tratamento de esgoto e sistema de esgotamento sanitário.



