quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Visão Regional
  • CIDADES
    • SÃO JOAQUIM DA BARRA
    • MAIS CIDADES
      • IPUÃ
      • ITUVERAVA
      • NUPORANGA
      • SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
      • SALES OLIVEIRA
      • OUTRAS CIDADES
    • FRANCA
    • BATATAIS
    • GUARÁ
    • GUAÍRA
    • MORRO AGUDO
    • ORLÂNDIA
    • RIBEIRÃO PRETO
  • COLUNISTAS
    • CARLOS TOLOI
    • ESPAÇO DO CORPO
    • PRISCILA LIPORACCE
    • SEGATTO – ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA
    • VANESCA CONTIN GARCIA
  • FOTOS
  • NOTÍCIAS
    • GERAL
      • BRASIL
      • MUNDO
      • EDUCAÇÃO
      • CIÊNCIA E SAÚDE
      • ESPORTE
        • BASQUETE
        • CORRIDA DE RUA
        • CICLISMO
        • FUTEBOL
        • FUTSAL
        • MAIS ESPORTES
      • TECNOLOGIA
      • ESPECIAIS
      • DICAS
      • VEÍCULOS
    • ENTRETENIMENTO
      • CURIOSIDADES
      • CINEMA
      • IMAGENS
      • MÚSICA
      • FAMOSOS
      • TELEVISÃO
    • SOCIEDADE
      • COMPORTAMENTO
      • MODA E BELEZA
      • RECEITAS
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • TURISMO E VIAGEM
  • EMPREGOS
    • CONCURSOS
    • OPORTUNIDADES
    • QUALIFICAÇÃO
Nada encontrado
Ver todos resultados
  • CIDADES
    • SÃO JOAQUIM DA BARRA
    • MAIS CIDADES
      • IPUÃ
      • ITUVERAVA
      • NUPORANGA
      • SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
      • SALES OLIVEIRA
      • OUTRAS CIDADES
    • FRANCA
    • BATATAIS
    • GUARÁ
    • GUAÍRA
    • MORRO AGUDO
    • ORLÂNDIA
    • RIBEIRÃO PRETO
  • COLUNISTAS
    • CARLOS TOLOI
    • ESPAÇO DO CORPO
    • PRISCILA LIPORACCE
    • SEGATTO – ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA
    • VANESCA CONTIN GARCIA
  • FOTOS
  • NOTÍCIAS
    • GERAL
      • BRASIL
      • MUNDO
      • EDUCAÇÃO
      • CIÊNCIA E SAÚDE
      • ESPORTE
        • BASQUETE
        • CORRIDA DE RUA
        • CICLISMO
        • FUTEBOL
        • FUTSAL
        • MAIS ESPORTES
      • TECNOLOGIA
      • ESPECIAIS
      • DICAS
      • VEÍCULOS
    • ENTRETENIMENTO
      • CURIOSIDADES
      • CINEMA
      • IMAGENS
      • MÚSICA
      • FAMOSOS
      • TELEVISÃO
    • SOCIEDADE
      • COMPORTAMENTO
      • MODA E BELEZA
      • RECEITAS
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • TURISMO E VIAGEM
  • EMPREGOS
    • CONCURSOS
    • OPORTUNIDADES
    • QUALIFICAÇÃO
Nada encontrado
Ver todos resultados
Visão Regional
Nada encontrado
Ver todos resultados

Governo corre risco de ‘apagão financeiro’ em 2015

10/11/2014
em Brasil
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsApp

dilma

O governo corre o risco de sofrer um “apagão financeiro” em 2015, caso o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano não seja aprovado até 31 de dezembro.

Até que seja votado, e convertido em lei, não será possível fazer nenhum pagamento no ano que vem, mesmo se tratando de gastos essenciais como aposentadorias ou bolsas de estudo.

Não é raro que o país inicie um ano sem ter o respectivo Orçamento aprovado. Mas isso não causa transtornos porque, mesmo sem ele, é possível executar os chamados gastos obrigatórios – como salários e benefícios previdenciários. Além disso, os ministérios são autorizados, a cada mês, a gastar o chamado duodécimo da verba de custeio e investimento proposta para suas funções.

O problema é que a base legal para esses pagamentos excepcionais está na LDO. E a LDO de 2015 ainda não foi aprovada.

“Esse risco (de não haver base legal para pagamentos no ano que vem) existe, é concreto, e a cada dia se personifica mais”, disse o relator do projeto da LDO de 2015, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). Mas essa é uma hipótese tão extrema que ele prefere nem pensar nisso. “Vai ter a LDO. Sou otimista.”

A mesma resposta foi dada pelo Ministério do Planejamento. “Nunca antes a LDO deixou de ser aprovada. Por isso, confiamos que a PLDO 2015 também será votada.”

Reformas
Dez dias após ter sido reeleita, a presidente Dilma Rousseff viu suas propostas de reformas tributária e política perderem fôlego, pelo menos em relação ao que ela havia proposto originalmente. Em relação à reforma tributária, o enfraquecimento ocorreu na última semana, quando o Senado aprovou o projeto que altera o indexador das dívidas de Estados e municípios com a União. Essa mudança de indexador fazia parte de um pacote da reforma tributária enviado pelo governo ao Congresso no início de 2013, mas foi a única das medidas previstas que, após modificações, avançou até o momento.

Dilma tampouco conseguiu sucesso nas duas vezes que propôs uma reforma política por meio de plebiscito – a última delas logo após ter vencido de novo a corrida ao Palácio do Planalto.
Reservadamente, aliados do governo no Congresso consideravam a proposta de mudança do fator de correção das dívidas dos entes federados como um dos principais trunfos para deslanchar a reforma tributária. Foi até por essa razão que o projeto original previa, no mesmo texto, a troca do indexador e a redução do quórum para convalidar incentivos fiscais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações interestaduais. A intenção era atrelar o “bônus” (a redução do pagamento dos serviços das dívidas com a mudança para taxas de juros mais vantajosas) ao “ônus” (diminuir o quórum – que hoje e que estão na origem da guerra fiscal.

Para aprovar a reforma tributária, o governo mandou ao Senado um projeto de resolução para reduzir as alíquotas do ICMS. E ainda editou uma medida provisória em que previa a criação de dois fundos setoriais – o de desenvolvimento regional (FDR) e o de compensação – para estimular investimentos e também ressarcir financeiramente os Estados com a redução das alíquotas do imposto. Em um outro lance, o Executivo passou a dar apoio a uma proposta de emenda constitucional (PEC) que mudava as regras de tributação para o comércio eletrônico e não-presencial, antiga reivindicação de Estados destinatários de mercadorias.

Em outubro do ano passado, a Câmara deu o primeiro passo para desfigurar a essência do pacote proposto inicialmente para a reforma tributária. Os deputados aprovaram apenas o “bônus”, ou seja, a troca do indexador, e retiraram do texto o “ônus” de convalidação dos incentivos fiscais, mesmo sob ameaça de o Supremo Tribunal Federal declarar, a qualquer momento, todos os benefícios nulos. E também aumentou o tamanho do “bônus”: o novo indexador das dívidas teria efeitos retroativos desde a época da renegociação das dívidas, o que, na prática, garante um desconto de R$ 59 bilhões no estoque da dívida de Estados e municípios com a União, segundo estimativas do governo federal.

Outras partes do pacote não avançaram. A medida provisória que previa a criação dos fundos setoriais não foi aprovada pelo Congresso dentro do prazo e perdeu validade. O projeto que tratava das alíquotas do ICMS está parado no Senado, depois de passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, em vez de tentar reduzir, aumentou o número de alíquotas hoje existentes. Por outro lado, a PEC do comércio eletrônico passou pelo Senado e está parada na Câmara, diante do fato de que, como a reforma não avançou, a bancada de deputados de São Paulo resistiu em apoiá-la. O Estado teria a maior perda de arrecadação com a eventual aprovação da PEC. Em novembro do ano passado, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), estimou a queda de arrecadação em R$ 1,7 bilhão se a proposta entrasse em vigor.

Parlamentares negam que a aprovação do indexador, sozinha, dificultará o andamento dos outros pontos da reforma tributária no Congresso. Um dos parlamentares mais envolvidos na discussão, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) admitiu que, pela experiência da atual legislatura, o pacote tributário só vai passar pelo Legislativo de forma fatiada. Foi o que ocorreu, por exemplo, em 2012 com a aprovação do projeto de resolução que unificou o ICMS incidente nas operações interestaduais com produtos importados (a chamada guerra fiscal dos portos). O senador do PT apresentou esta semana uma PEC para ressuscitar os fundos setoriais, uma das medidas para tentar retomar a reforma tributária.

Walter Pinheiro acredita que o pacote tributário só vai deslanchar se o Supremo adotar a mesma postura que fez quando deu prazo, no início do ano passado, de 150 dias para que o Congresso aprovasse uma nova fórmula do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O STF declarou havia declarado inconstitucional o modelo anterior de rateio dos recursos.

Reforma política
A presidente Dilma recuou da intenção inicial de propor um plebiscito para, após a consulta popular, apresentar a proposta de reforma política ao Congresso. Foi o mesmo caminho que Dilma tentou, sem sucesso, em meados do ano passado, logo após as manifestações de rua que tomaram conta do País. A reação ao plebiscito veio principalmente do PMDB, o principal parceiro do governo. Dilma afirmou depois que o “ninguém do governo tem a fórmula pronta” do modelo de reforma.

Um ministro do governo Dilma admitiu, em conversa reservada com o Broadcast Político, que o projeto de reforma política só vai adiante se a presidente conseguir passar por três desafios que tem pela frente: definir o nome do novo ministro da Fazenda para sinalizar a condução da política econômica, restabelecer as relações com o PMDB e conseguir superar os escândalos da Petrobras. Só quando superar esses três desafios é que, segundo essa fonte, a presidente terá condições para avançar em temas como a reforma política.

Conteúdo Relacionado

controle parental no whatsapp

WhatsApp lança regras para controle parental no Brasil; saiba como

01/10/2026
pix por aproximação

Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta

01/10/2026
nova orla praia pitangueiras gguarujá

Projeto da Nova Orla de Pitangueiras: Modernização, cultura e valorização urbana em Guarujá

30/09/2026
e título

Guia completo do e-Título: Como baixar, funcionalidades e regras para as Eleições

30/09/2026
Facebook Instagram Twitter Youtube
  • SUA CIDADE
  • BRASIL
  • MUNDO
  • EDUCAÇÃO
  • EMPREGOS E NEGÓCIOS
  • ESPECIAIS
  • ESPORTE
  • ENTRETENIMENTO
  • SOCIEDADE

© 2009-2026 Visão Regional

Nada encontrado
Ver todos resultados
  • CIDADES
    • SÃO JOAQUIM DA BARRA
    • MAIS CIDADES
      • IPUÃ
      • ITUVERAVA
      • NUPORANGA
      • SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
      • SALES OLIVEIRA
      • OUTRAS CIDADES
    • FRANCA
    • BATATAIS
    • GUARÁ
    • GUAÍRA
    • MORRO AGUDO
    • ORLÂNDIA
    • RIBEIRÃO PRETO
  • COLUNISTAS
    • CARLOS TOLOI
    • ESPAÇO DO CORPO
    • PRISCILA LIPORACCE
    • SEGATTO – ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA
    • VANESCA CONTIN GARCIA
  • FOTOS
  • NOTÍCIAS
    • GERAL
      • BRASIL
      • MUNDO
      • EDUCAÇÃO
      • CIÊNCIA E SAÚDE
      • ESPORTE
      • TECNOLOGIA
      • ESPECIAIS
      • DICAS
      • VEÍCULOS
    • ENTRETENIMENTO
      • CURIOSIDADES
      • CINEMA
      • IMAGENS
      • MÚSICA
      • FAMOSOS
      • TELEVISÃO
    • SOCIEDADE
      • COMPORTAMENTO
      • MODA E BELEZA
      • RECEITAS
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • TURISMO E VIAGEM
  • EMPREGOS
    • CONCURSOS
    • OPORTUNIDADES
    • QUALIFICAÇÃO

© 2009-2026 Visão Regional