
Os fãs do “The Voice Brasil” que me perdoem, mas estou viciado no “The Voice”, o americano (episódios inéditos aos domingos e segundas, às 22h30, na Sony). E nem vale a pena comparar um com o outro. Seria até covardia, na verdade.
O fato é que a sétima edição do “The Voice” tem dois artistas dos quais sou fã: Gwen Stefani e Pharrell Williams, que substituíram, respectivamente, Christina Aguilera e Cee Lo Green. Gwen e Pharrell se juntaram aos veteranos Adam Levine e Blake Shelton.
O talent show americano (que, assim como o brasileiro, é franquia do original holandês) sabe como nenhum outro transformar a disputa entre vocalistas dos mais diferentes gêneros em algo eletrizante. Não se trata apenas da escolha dos concorrentes, tem a ver com tudo que envolve um programa de entretenimento: o ritmo, o altíssimo nível dos competidores, a atuação dos jurados (a disputa cheia de fanfarronice entre Adam e Blake é um espetáculo à parte). É impossível não se sentir hipnotizado e torcer pelo sucesso de alguns dos candidatos (na verdade, pela maioria deles).
O programa também passa credibilidade com suas regras claras e sólidas e técnicos de indiscutível competência. Quer dizer, qualquer um deles pode subir ao palco sem deixar aquela impressão de que seria reprovado se estivesse concorrendo.
“The Voice” chega agora na fase em que os times já estão montados e as disputas eliminatórias se iniciam. E nessa edição há um elenco bastante qualificado (especialmente no time de Pharrell). É diversão garantida.
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