
A Sopro Cia. de Dança vai apresentar dois espetáculos no Teatro Municipal. Em 15 de agosto, sexta-feira, a atração será a coreografia “Oikos”. No dia 16, sábado, será a vez de “Forró é melhor”. As produções são de Roberto Amorim e Tatiana Portella, diretores da companhia, uma das convidadas do 17º Festival Nacional Dança Ribeirão, que será realizado de 10 a 18 de agosto.
“Oikos” trata de questões ecológicas e remete à questão da sustentabilidade e do respeito ao meio ambiente. A partir do significado da palavra ecologia, “estudo da casa”, e de que chamamos assim o planeta no qual vivemos, a coreografia evidencia a mudança de estações no ciclo da natureza e traz, além de danças tribais, a imitação do movimento dos animais como complemento cênico durante a apresentação.
“Forró é melhor” apresenta uma coreografia que explora a cultura regional de modo divertido e irreverente, quando a caracterização dos personagens se faz marcante sem perder, no entanto, a linguagem da dança contemporânea. O cenário leva a um baile de forró, onde os bailarinos utilizam a arte cênica envolvendo o público em diversas situações características do local, num clima descontraído e bastante popular, ao som de Dominguinhos e da banda de forró Cascabulho.
A Sopro Cia. de Dança foi fundada em outubro de 1999 pelos diretores Roberto Amorim e Tatiana Portella, e apresenta espetáculos de dança que seguem um estilo técnico-contemporâneo definido, mesclando os limites da dança, teatro e poesia.
Utilizando uma movimentação de alto nível técnico e artístico, a Sopro apresenta mensagens relacionadas a temas cotidianos e universais, trabalhando com os mesmos de forma leve, bem-humorada e com uma dose de intelectualismo. Os trabalhos feitos pelo grupo são direcionados por pesquisas que exploram, em todas as apresentações, a relação do homem com o espaço em que vive.
Os ingressos para os espetáculos da Sopro Cia. de Dança custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 – meia-entrada para estudantes com documentação específica, professores das redes municipal e estadual de ensino, idosos acima de 60 anos e portadores de necessidades especiais, conforme legislação vigente. O Teatro Municipal fica na praça Alto do São Bento s/nº (telefone 3625-6481), no Jardim Mosteiro.
A São Paulo Cia. de Dança (SPCD) vai abrir o evento no próximo domingo, dia 10, às 19 horas, no Theatro Pedro II, com o espetáculo “Grand Pas de Deux de Dom Quixote”, coreografado por Marius Petipa e baseado na obra de Miguel de Cervantes. Os ingressos custam R$ 15 e R$ 7,50 – meia-entrada para estudantes com documentação específica, professores das redes municipal e estadual de ensino, idosos acima de 60 anos e portadores de necessidades especiais, conforme legislação vigente.
Estão à venda na bilheteria do Pedro II, na rua Álvares Cabral nº 370 (telefone 3977-8111), no Quarteirão Paulista, no Centro Histórico de Ribeirão Preto. O “Grand Pas de Deux de Dom Quixote” é o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Dançado pelo mundo todo, esse duo representa um grande desafio para os intérpretes não só pela qualidade técnica, mas também pela interpretação.
O tradicional Festival Nacional Dança Ribeirão, que neste ano chega à 17ª edição, será realizado no Theatro Pedro II. Terá coreografias de balé clássico e de repertório, neoclássico, danças de salão, do ventre e de rua, estilo livre, jazz, contemporâneo e sapateado, subdivididas em quatro categorias – júnior, juvenil, sênior e avançado.
Terá ainda mostra de dança avaliada, oficinas, mesas temáticas e avaliações com o júri. Além do Pedro II, o evento também vai ocupar os palcos dos teatros Municipal e de Arena Jaime Zeiger. A programação com datas e horários das apresentações já está no site www.cultura.ribeiraopreto.sp.gov.br, no link do Dança Ribeirão.
A 16ª edição, realizada em junho do ano passado, registrou público de mais de dez mil pessoas. O evento, que integra as comemorações do aniversário de Ribeirão Preto, contou com a participação de 170 companhias. Na noite de encerramento, no Pedro II, a SPCD apresentou a obra “Theme and Variations”, de George Balanchine (1904-1983).
Fonte: www.tribunaribeirao.com.br



