
A 22ª edição do Abril Pro Rock traz nomes como Sebadoh, Obituary, Autoramas, Kataklysm, Mukeka di Rato e Olho Seco. O acontece anualmente, desde 1993, em Recife, Pernambuco, sempre no mês de abril. O evento se tornou referência nacional por mostrar bandas e artistas com renome na cena independente do país inteiro e do exterior, revelar novos nomes e apoiar as bandas locais. O nascimento do Abril Pro Rock coincidiu com a explosão do Movimento Manguebeat, que revelou bandas como Penélope (banda), Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, Eddie, Devotos, Faces do Subúrbio e outras.
CHEVROLET HALL – Av. Agamenon Magalhães, s/n, Complexo de Salgadinho
INGRESSOS: R$ 30 (meia entrada) / R$40 + 1kg de alimento não perecível (ingresso social) / R$60 (inteira) / Camarote para 10 pessoas: 1º PISO R$1.000; 2º PISO R$900 e 3º PISO R$800.
-Ingressos à venda nas bilheterias do Chevrolet Hall e Lojas Renner (Shopping Recife, Shopping Guararapes e Rua Imperatriz)
Censura: De 14 a 17 anos com responsável legal autorizado pelos pais com documento com assinatura reconhecida em cartório.
SEXTA – 25/4
Tributo ReiGinaldo Rossi
No ano de 1999, Reginaldo Rossi já desfrutava de seu prestígio de Rei incontestável na música de Pernambuco. Foi nesse ano que o produtor Paulo André Pires, idealizador do festival, reuniu nomes como Lenine, Otto, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e banda Eddie para lançar o tributo ReiGinaldo Rossi. Na época, Paulo André era produtor da banda Chico Science & Nação Zumbi, que participou do disco REI, tributo a Roberto Carlos. Assim surgiu a ideia de render semelhante homenagem ao Rei do Brega, um dos nomes mais unânimes em Pernambuco. A Astronave Produções Artísticas realizou a produção executiva. A capa foi assinada por Sonaly Macedo e Zé da Flauta fez a produção artística. A menos de seis meses de seu falecimento, o festival Abril Pro Rock reúne a banda original The Rossi – Edmilson Macaquito (bateria), Jorge (guitarra), Bino Batista (baixo), Marcilio Alves (teclado), Ernesto (piston), Ledo Silva (pandeiro) com uma nova geração da música para relembrar os sucessos dele que, apesar de ter ido, nunca perderá sua majestade. O novo tributo ao rei Reginaldo Rossi, que faleceu em dezembro de 2013 em decorrência de um câncer no pulmão, terá a participação de Cannibal (Devotos), Fábio Trummer (Eddie), Isaar, Ortinho, Tulipa Ruiz, China, Zé Manoel, Johnny Hooker, Aninha Martins, Juvenil Silva e da cantora Ylana. Será a primeira vez que uma atração principal do Abril Pro Rock será, na realidade, um encontro entre quase todos os artistas que estão distribuídos na programação, convidando alguns outros de fora, traduzindo o verdadeiro espírito de celebração em torno da música que é o festival.
Autoramas + Renato Barros (RJ)
A “banda independente mais importante do Brasil” (Rough Trade) se une ao veterano herói do rock nacional Renato Barros, líder da banda mais antiga em atividade do mundo, Renato & Seus Blue Caps, para show inédito no Abril Pro Rock 2014. A idéia da parceira surgiu num encontro de Paulo André, criador do APR, com os Autoramas no Festival PMW em Palmas (TO), onde lembraram a importância do legado de Barros como compositor, guitarrista e produtor e da afinidade dele com o som dos Autoramas. Paulo André sugeriu então um show em conjunto.
Sucessos de Renato, que ele gravou ou compôs, clássicos atemporais do rock nacional e do mundo, além de lados B escolhidos a dedo – tudo com uma roupagem “Autorâmica”, moderna e ousada – vão compor o repertório do show que promete ser histórico!
Renato Barros é uma das peças-chave da Jovem Guarda. Além de líder desde 1959 até os dias atuais do grupo Renato e Seus Blue Caps – famoso por suas versões em português para músicas dos Beatles, como “Menina Linda” (“I should have known better”), “Feche os olhos” (“All my loving”) e canções próprias como “A primeira lágrima”, Renato compôs sucessos do gênero gravados por outros artistas como “Não serve pra mim” (gravada por Roberto Carlos) e “Devolva-me” (gravada por Leno e Lílian e recentemente por Adriana Calcanhoto). Foi um inovador da guitarra no Brasil dos anos 60. Na década de 70 trabalhou como produtor da CBS e hoje, aos 70 anos de idade, realiza uma média de oito shows por mês com seu conjunto Renato e Seus Blue Caps, considerado o mais antigo em atividade do mundo.
Felipe Cordeiro (PA)
O lançamento do álbum “Kitsch Pop Cult”, em 2011, marcou a transição de uma nova etapa na carreira de Felipe Cordeiro, na qual o paraense assume o palco e apresenta “o pop tropical”, onde carimbó, rock e a estética Kitsch se alinham numa sonoridade marcada pelo vigor rítmico, inventividade e letras instigantes. Produzido por André Abujamra, Kitsch Pop Cult esteve na lista dos melhores do ano de 2012 da revista Rolling Stone e foi aclamado pela crítica da revista Bravo! como um dos mais importantes lançamentos desta década. Este ano, Felipe Cordeiro fez sua primeira tour na Europa, apresentando-se inclusive no tradicional Festival de Roskilde na Dinamarca. O novo álbum, “Se Apaixone Pela Loucura do Seu Amor”, investe mais a fundo no pop tropical e flerta com o pop oitentista. Produzido por Kassin e Carlos Eduardo Miranda, o disco traz ainda a forte personalidade musical do mestre da música popular da Amazônia Manoel Cordeiro, pai de Felipe. Lançado no final de 2013 misturando cúmbia, bachata, cacicó, carimbó, rock, flertando com o synthpop e mpb, as canções trazem letras diretas: ora são crônicas de baile, ora são como letras de rádio fm. Inventividade e simplicidade num só golpe, para ouvir, dançar e se apaixonar. O disco ficou entre melhores do ano pela Revista Rolling Stone Brasil e a música “Problema Seu” foi a canção do ano de 2013 segundo a revista | www.felipecordeiro.com.br
Tulipa Ruiz (SP)
Seu primeiro disco Efêmera foi considerado um dos melhores de 2010 por listas de Folha de São Paulo, Rolling Stone e O Globo. Por sete vezes no exterior, fez shows em países como Bélgica, Inglaterra, Itália, Portugal, França, Dinamarca, Argentina, Colômbia e Estados Unidos. O disco também foi elogiado pelo The Guardian. e pelo The Independent. Nos Estados Unidos, a cantora contou com a presença, na plateia, de David Byrne, que declarou algumas vezes para a imprensa que Tulipa é uma das cantoras brasileiras da nova geração que mais chama sua atenção.
Em julho de 2012, lançou Tudo Tanto. O álbum, selecionado no Edital Nacional 2011 do Natura Musical, tem produção de Gustavo Ruiz, arranjos de cordas e sopros de Jacques Mathias. O disco traz onze faixas, incluindo parceria com Criolo, participações de Lulu Santos, São Paulo Underground, Daniel Ganjaman, Kassin e Rafael Castro. Tulipa Ruiz volta ao festival com o show do disco Tudo Tanto e com seu novo single Megalomania. | www.tuliparuiz.com
Sebadoh (EUA)
Um dos nomes fundamentais do lo-fi, ao lado de nomes como Pavement e Guided by Voices, o Sebadoh é encabeçado por Lou Barlow, que também é guitarrista do Dinosaur Jr. Em 2013 eles lançaram “Defend Yourself”, disco que traduz bem o espírito da banda de gravações sem muitas intromissões técnicas, baixa fidelidade e mesas de quatro canais. Postura e espírito que ganham um capítulo inteiro na história do indie rock e que influenciou uma geração inteira, inclusive do rock em Pernambuco, do Mellotrons ao Vamoz a Zeca Viana e novos artistas da cena Beto. A primeira turnê pelo Brasil tem passagem confirmada pelos estados de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco.
Após 14 anos sem gravar, o grupo retornou suas atividades com o lançamento de Secret EP em junho de 2013 e, em setembro, lançaram o álbum intitulado Defend Yourself pelo selo Joyful Noise Recordings, ambos os materiais produzidos pelos próprios integrantes. Ao lado de Lou Barlow, estão os integrantes Jason Loewenstein (The Fiery Furnaces) e Bob D’Amico | sebadoh.com
Johnny Hooker (PE)
Nesse quase um ano em que esteve afastado dos shows, Johnny Hooker se revelou um multi-artista, atuando em diversas novas linguagens. Seu show pretende mostrar um pouco desse percurso em três atos, onde o primeiro recorda onde estava sua carreira musical antes do hiato, o segundo vai fundo em seu passado em projetos como o Candeias Rock City e o terceiro retoma para essa fase atual, onde tem aparecido em trilhas de filmes como Tatuagem, de Hilton Lacerda, em que faz ainda uma aparição cantando a música Volta, tema do longa. Johnny foi escalado para integrar o elenco da nova novela Geração Brasil, da Rede Globo, em que interpretará o músico Thales Moreira. Johnny apresenta no APR seu quarto disco, Eu Vou Fazer Uma Macumba pra Te Amarrar, Maldito! | www.facebook.com/pages/Johnny-Hooker/217094984986372
Orquestra Betodélica (PE)
Referência musical que está no DNA da novíssima “Cena Beto”, que tem chamado atenção de uma nova geração da música de Pernambuco. O Abril Pro Rock vai juntar no palco os músicos Juvenil Silva, Aninha Martins e Graxá no formato “Orquestra Betodélica”, fazendo um intensivão de psicodélica e rock’n’roll nas principais músicas não só dos três, mas de outras bandas que fazem parte desse momento em que as novas bandas estão se conectando a referências primordiais do passado musical de Pernambuco, como Ave Sangria e Lula Cortes.
Bárbara Eugênia (SP)
A carioca Bárbara Eugenia começou a carreira em São Paulo com a trilha sonora do filme “O Cheiro do Ralo”, do premiado cineasta Heitor Dahlia. Integrou projetos como Les Provocateurs (homenagem a Serge Gainsbourg) e 3namassa. Seu primeiro álbum, “Journal de BAD”, foi lançado no fim de 2010. Em 2012, foi uma das ganhadores do concurso do selo Oi Música, intitulado “Festival MPTM (música para todo mundo)”, que a contemplou com a gravação de seu segundo álbum e o show de lançamento do CD. “É O Que Temos” saiu em abril de 2013 e tem produção de Clayton Martin (Cidadão Instigado) e Edgard Scandurra. O álbum, em pouco tempo, já rendeu a Bárbara Eugenia o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria “Versão do Ano” com a faixa “Porque Brigamos”, sucesso de Neil Diamond eternizado em português pela cantora Diana.
Trummer SSA (PE)
Fábio Trummer, da banda Eddie, vai apresentar pela primeira vez no Recife seu novo projeto Trummer SSA. Junto com os músicos Dieguito Reis e Luca Bori, da Vivendo do ócio (BA), ele montou o repertório para “Super Sub América”, com músicas que tem uma pegada do rock dos anos 80, com a inconfundível voz de Trummer em baladas que oscilam entre o soturno das letras e a energia do riff das guitarras. O disco, com dez músicas, foi gravado no estúdio Rocha em São Paulo e mixado por Scotty Hard nos Estados Unidos. | www.facebook.com/trummerssa
Daniel Groove (CE)
Daniel Groove, mescla hits como “Sei Lá” e “E Assim Ficou” com novas composições como “Canção de Amor”, “Seu Amor”, “O Novo Brega” e “Que Massa”, parceria com Saulo Duarte e Diogo Soares (Los Porongas). O compositor e intérprete cearense, apresenta seu primeiro disco solo, Giramundo (2013). Em mais de 15 anos de música brasileira, Groove agora alcança a maturidade artística. Com propriedade, seu álbum flutua entre o rock, o brega e a MPB, trazendo canções que fazem as vezes de crônicas da vida e momentos rompentes do cotidiano. Em Giramundo, embala canções simples que vão do pop ao brega, falando de amor em seus extremos. De quem sofre pelo fim a até aquele que ainda consegue curtir os prazeres de pequenos gestos que fazem suspirar. |www.danielgroove.com.br
Joanatan Richard (PE)
O Abril Pro Rock apresenta ao público do Recife o trabalho de Joanatan Richard. Músico de Caruaru, foi atrás da genealogia da música de seu ídolo Elvis Presley e conheceu o rockabilly, que marca seu primeiro disco “Rockin’ this Crazy World”. Uma viagem musical aos anos 50, sua música foi discretamente ganhando atenção em resenhas de blogs especializados em todo o mundo. Em 2013, Joanatan se consagrou ao sair em turnê com Rudy ‘Tutti’ Grayzell, ícone do Rockabilly que já tocou ao lado de nomes como Elvis Presley e Roy Orbinson.| www.jrichard.com.br
SÁBADO – 26/4
Obituary (EUA)
A lendária Obituary, pela primeira vez no Recife, é não apenas um dos precursores, mas uma das bandas mais importantes na história do death metal mundial. Classic Set-List Take Over é o nome desta turnê e, como sugere, o OBITUARY prepara muitos clássicos dos mais de 20 anos de carreira. A banda deve, ainda, tocar algumas músicas inéditas que serão lançadas no próximo registro de estúdio, já em processo de gravação e previsto para meados de 2014. O OBITUARY é Donald Tardy na bateria, Trevor Peres e Kenny Andrews nas guitarras, John Tardy no vocal e Terry Butler no baixo. Formado pelos irmãos Tardy na primeira metade da década de 1980 na Flórida, Estados Unidos, a banda lançou o debut Slowly We Rot em 1989 pela major Roadrunnner Records após despontar na cena de metal extremo devido ao death metal com andamentos ora lentos, ora rápidos, aliado aos vocais guturais agonizantes e agressivos de John, que canta temas niilistas e como os problemas do mundo afetam o ser humano. A proposta peculiar impulsionou a carreira da banda e a mantém como um dos pilares do death metal mundial até os dias de hoje.
Kataklysm (CAN)
Os franco-canadenses do Kataklysm completam a dobradinha death da noite, para os ouvidos que conseguirem resistir os riffs de guitarras e a grande parede sonora que cada grupo joga ao público.
Havok (EUA)
Do estado do Colorado, nos Estados Unidos, a Havok vem para mostrar um pouco da nova geração do thrash metal internacional no Abril Pro Rock. Formada em 2004 e com quatro álbuns lançados, eles rapidamente chamaram atenção do prestigiado selo Candlelight, fundado por Lee Barret, da banda Extreme Noise Terror, que lançou nomes fundamentais do metal, como Obituary, Gorgoroth, Entombed, Morbid Angel, Vader e Marduk.
Chakal (MG)
Do berço do metal nacional, a cidade de Belo Horizonte, vem a Chackal, banda formada na década de 80, responsável pela formação da identidade do thrash metal brasileiro ao lado dos conterrâneos do Sepultura.
Hibria (RS)
O festival contempla ainda os fãs do metal melódico com a presença da banda Híbria. O quinteto gaúcho já foi uma das atrações do Rock in Rio em 2013 e banda de abertura da turnê brasileira do Black Sabbath. Seu disco mais recente, Silent Revenge, chegou a ser lançado na Europa e na Ásia, onde a banda tem começado a cumular sua própria seita de fãs internacionais.
Mukeka di Rato (ES)
Novamente os capixabas do Mukeka di Rato, donos de um dos shows mais insanos hoje no país, estão entre os convidos para uma nova leva de rodas punks em frente ao palco do festival. Com seus quase 16 anos muito bem rodados e fazendo um grande trabalho na cena independente, o Mukeka Di Rato presenteia os fãs com esse novo trabalho chamado “Atletas de Fristo”,
Olho Seco (SP)
O festival terá a honra de apresentar no Recife o show da histórica banda punk paulista Olho Seco, que no começo da década de 80 escreveu a história do gênero ao lado de nomes como o Ratos de Porão. O Olho Seco é uma banda de Hardcore Punk/Thrashcore, formada no estado de São Paulo, Brasil, no ano de 1980. E é uma banda extremamente cultuada como uma das principais bandas que representam a música Punk no Brasil. Fazem um som com um vocal agressivo, combinado com letras que abordam a realidade (governo, miséria, hipocrisia policial etc.) e um instrumental rápido, assim dando aquela energia pulsante.
Conquest for Death (EUA)
Os norte-americanos do Conquest for Death, banda de hardcore formada em 2006 por integrantes de diferentes continentes do mundo unidos pelo mote “many nations, one underground”. Tendo se tornado, rapidamente, um nome de grande influência não apenas para o hardcore, mas também do punk, thrash e metal, principalmente se considerarmos que seus integrantes são remanescentes da What Happens Next? Uma das bandas que definiu o que hoje é chamado por “Fast Thrash Metal”. Essa será a segunda passagem deles pelo Nordeste.
Desalma part. Bongar (PE)
O festival recebe um dos melhores shows da nova geração do rock pesado na cidade, com a banda Desalma, que lança seu disco “Foda-se” em um show especial ao lado do grupo Bongar. Dois contextos completamente diferentes de “peso”, que encontraram sintonia após um intenso trabalho de composição em estúdio. Atualmente formada por Erick Dartelly (Voz), Mathias Severien (Guitarra), Pedro Diniz (Baixo) e Renato Corrêa (Bateria e Voz), o Desalma finalmente vai lançar seu primeiro álbum, Foda-se no Abril Pro Rock 2014.
Krow (MG)
De Minas Gerais, a banda Krow apresenta a nova geração do Thrash Metal da região. A banda finalizou 2012 entre as melhores do ano em vários sites especializados e passou 2013 em turnê por todo o país, fazendo uma extensa tour pelo Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país, além de partir para a Europa novamente para uma grande sequência de shows e festivais ao lado de bandas como Napalm Death, Decapitated, Septic Flesh, Primordial, Agathocles, Negura Bunget além de uma turnê no verão com os americanos do Exhumed. Ainda durante o ano de 2013 a banda KroW a convite do produtor Ronnie Bjornström, gravou seu mais novo EP, intitulado “Relentless Disease” , no GarageLand Studios em Umea na Suécia, o EP contém 2 músicas que serão lançadas no festival Abril Pro Rock.
Monster Coyote (RN)
De Natal, a banda tem sido listada pela imprensa especializada nacional como um dos principais nomes de uma nova avalanche do stoner rock no rock nacional. É uma cria de uma região árida, mais conhecida como deserto de Mossoró-RN. O Monster Coyote faz um som denso e poderoso que costuma impactar pelo vigor de suas apresentações ao vivo. Possuem dois discos, o EP Stoner to the Boner (2011) e o full lenght The Howling (2012), além de um videoclipe da música “The Shepherd Who Saves The Wolf, Dooms His Sheeps” que faz parte do terceiro disco previsto para 2014. É certamente uma das bandas mais ativas do metal nacional tendo feito vários shows pelo Brasil inteiro e Argentina.
Dune Hill (PE)
O APR também apresenta ao grande público o encontro entre o hard rock e o heavy metal da novata Dune Hill. Surgida em 2009 no Recife, e desde então vem conquistando espaço na nova cena hard rock de Pernambuco. Em 2012 lançou o EP “Big Bang Revolution”, com repercussão positiva. Segundo Leonardo Trevas, vocalista, “o White Sand não é um disco conceitual, mas a temática que permeia o álbum inteiro é a da busca por um ‘outro’, por um algo a mais: seja uma contrapartida política, como no caso da música ‘Revolution 2’; uma cara-metade, como em ‘Seasons’, ou um encontro consigo mesmo, representado pela faixa-título.” Trevas, o letrista da banda, também destaca inspirações vindas do universo literário: “White Sand é ‘O Estrangeiro’ (de Albert Camus) meets doppelgängers.”
Fonte: www.portalrockpress.com.br



