
A dupla Munhoz e Mariano investiu pesado em um diferencial e hoje, as coreografias sensuais são marcas registradas nos shows dos sertanejos. Em entrevista à revista “Quem”, Mariano revelou que a ideia de trabalhar com as danças surgiu de sua mãe, Valentina, que sugeriu esse ‘artifício’ para mexer com o imaginário das mulheres.
“Na verdade, ela que influenciou. Se pegarmos vídeos do início da carreira da dupla, dá para notar que éramos muito tímidos no palco. Parecíamos dois postes tocando violão. Minha mãe falava: ‘vocês têm que usar o sexo, mexer com a mulherada’. E, um dia, em um show em Campo Grande, eu resolvi dar uma arriscada e a mulherada gritou”, contou Mariano, dono de um rebolado que costuma enlouquecer as fãs.
Nas apresentações, além dos próprios hits, como “Camaro Amarelo” e a recém-lançada “Pantera Cor-de-Rosa”, Munhoz e Mariano também cantam músicas de raiz, além de sucessos do funk carioca.
“No nosso show, tem momentos que nos alternamos no palco. Munhoz toca uns modões e, depois, entro com os pancadões. O Munhoz é um artista que tem uma comunicação com o público muito bacana. Eu sou muito tímido. Nós nos completamos e eu acabei ajudando ele no lance da dança”, explicou o músico.
Munhoz comentou que era mais envergonhado para dançar. “Nossa, não levava muito jeito. Hoje, estou me soltando mais. Acho divertido. Mas, claro, ainda não tomo chá de minhoca como o Mariano (risos)”, brincou o cantor, sobre o molejo do amigo, que quando era mais novo, imitava as coreografias dos grupos de axé É o Tchan e TchakaBum.



