Pela falta de poços de monitoramento do lençol freático a Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – notificou o aterro sanitário de Guaíra. A ação era uma das exigências da companhia ambiental para certificar a licença de funcionamento da vala controlada. Tratava da perfuração dos poços para inspeção da qualidade do lençol freático na área do aterro. A licença foi emitida em 2011 e até o final de sua gestão a administração anterior não tinha cumprido o requisito.
A gestão de Sérgio de Mello já está providenciando a regularização, uma vez que o não cumprimento das regras de funcionamento implica na cassação da licença de funcionamento e a consequente interdição do aterro.
O departamento de Meio Ambiente da Prefeitura estima que o estudo e a perfuração dos poços custem aos cofres públicos cerca de R$ 60 mil.
da Prefeitura de Guaíra


