Uma testemunha, que não quis se identificar, contou que os bandidos agrediram as pessoas que foram mantidas reféns por três horas dentro de um quarto durante um assalto à usina Galo Bravo, no início da noite de quinta-feira (22). O funcionário de uma empresa que presta serviço no local,Lindomar Malassias Alves de Moraes, de 22 anos, foi levado pelos suspeitos, pois era o único que sabia pilotar o caminhão munck roubado. Ele está desaparecido há um dia.
Segundo ela, os ladrões armados amarraram e monitoraram 15 pessoas enquanto o restante da quadrilha roubava equipamentos, maquinários, carros, R$ 11,2 mil, entre outros objetos. “Todo mundo ficou bem assustado, porque não podia nem olhar para cima que eles queriam bater”, afirma.
Ainda de acordo com a testemunha, os suspeitos chutavam os reféns e um dos guardas foi o mais agredido. No entanto, no boletim de ocorrência registrado no 2º Plantão Policial, não consta agressão.
A polícia realizou buscas durante esta sexta-feira (23), mas até o momento não há pista da vítima e nem dos bandidos.
Os reféns fugiram depois de avistarem uma janela. “Conseguimos pular. Tinha um portão aberto e saímos. Foi quando achamos alguns dos nossos pertences do lado de fora”, conta uma das vítimas.
Roubo
Cerca de dez homens armados com pistolas e revólveres renderam os vigias da portaria, vestiram seus uniformes e, à medida que os funcionários chegavam no local, eram abordados e levados para um quarto.
De acordo com o delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Ricardo Turra, os equipamentos roubados podem ser usados em furtos a bancos.
Fonte: EPTV



