A polícia de Barretos descarta a hipótese de que o operador de pesagem Danilo Rodrigo Okazuka tenha sido assassinadopor homofobia. De acordo com o delegado Júlio César Cardoso, as investigações trabalham com duas possibilidades. “Continuamos com aquelas linhas prioritárias de investigações. Homicídio qualificado ou latrocínio. As investigações não cessaram e, pela evolução, nós acreditamos que em breve nós vamos ter uma notícia positiva para a população”, declarou.
No início das investigações, a mãe de Danilo Okazuka, Cristina Akemi, acreditava que os dois suspeitos teriam matado o filho dela por ele ser gay. “Eu sempre falava para meu filho tomar cuidado com quem ele andava, porque de repente poderia pegar um homofóbico que o mataria”, disse.
O amigo de Danilo, Donisete Jose de Souza, que levou dois tiros e recebeu facadas no tórax, segue internado em estado grave na Santa Casa de Barretos.
Fonte: EPTV



