Um dos vilões da questão ambiental é a sacolinha plástica. A partir de 2012, a lei obriga que os supermercados cobrem de seus clientes a utilização a sacolinha. Muita gente já está se adaptando à novidade.
Reaproveitar as sacolas plásticas já é uma pratica comum entre alguns consumidores. Mas a dona de casa Simone Frati ainda não conseguiu se livrar das sacolinhas. “É errado, mas uso como lixo, ainda não encontrei uma alternativa”, confessa.
Essa reutilização se tornou um grande problema ambiental. As sacolinhas são produzidas a partir do petróleo ou gás natural e se tornam um produto altamente resistente, que pode demorar até 400 anos para se decompor na natureza. Com o consumo excessivo, elas se acumulam aos montes nos lixões.
Na tentativa de diminuir o uso de sacolas plásticas, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e a Associação Paulista de Supermercados, assinaram um acordo com o objetivo de conscientizar a população. Como é um convênio, não uma lei, não haverá fiscalização ou multas, a déia é apensa mostrar aos consumidores que existem alternativas.
As sacolinhas podem ser substituídas por caixas de papelão, sacolas retornáveis ou então as biodegradáveis que se decompõe com mais rapidez. A dona de casa Guilhermina Fonseca de Andrade usa há dois anos, as sacolas retornáveis. Ela diz que no começo foi difícil, precisou mudar os hábitos, o comportamento, mas hoje só vê benefícios. “Precisei me conscientizar que precisava levar a sacola retornável dentro do carro, chegar lá e pegar. Eu esquecia, o hábito antigo é muito forte”, explica
Para quem optar pelas sacolinhas biodegradáveis, o representante da APAS, Éder John Mialichi, diz que elas custam 6 vezes mais que as normais e por isso, o consumidor vai ter que pagar R$0,19 por sacola. A partir do dia 25 de janeiro, o incentivo é para que todos usem sacolas retornáveis.



