A Prefeitura de Franca vai ajudar os funcionários a conquistarem o sonho da casa própria. Na última segunda-feira, 28, o prefeito Sidnei Rocha, o secretário de Administração, Jerônimo Sérgio Pinto e o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, José Nhozinho Ramos (Paraná), discutiram sobre o assunto. De acordo com Jerônimo Sérgio, a intenção da Prefeitura com esse projeto é ajudar a melhorar as condições de vida para as famílias dos servidores. “É importante explicar que não faremos doações de casa, mas sim facilitar o financiamento para a construção”. Já há empresas de engenharia interessadas no projeto, mas, primeiro, segundo o secretário, é necessário fazer um estudo sobre a demanda, para somente depois fazer um projeto compatível.
Quem tiver interesse em adquirir a casa própria deverá procurar o Sindicato dos Servidores. Para o presidente do Sindicato essa é uma boa notícia. “Há muito tempo nós estamos sonhando em realizar esse empreendimento, para atender aos servidores mais carentes. Para se ter uma ideia, cerca de 100 funcionários estão com os nomes na lista de espera da Prohab, com o sonho de adquirir um imóvel e não foram contemplados. Com essa proposta, nós poderíamos fazer essas construções em uma área municipal”. A área solicitada fica entre o bairro Nova Franca e o novo campus da Unesp, com 192 lotes. “O prefeito recebeu a proposta com agrado e já vamos iniciar o projeto”.
Uma nova reunião deve acontecer nos próximos dias entre Prefeitura, Sindicato e Caixa Econômica Federal, para financiar esse empreendimento, através do programa federal Minha Casa Minha Vida. Em seguida, será necessário fazer um levantamento do número de pessoas que necessitam, o que para Nhozinho deve ser superior ao número de cadastro da Prohab, tendo em vista que muitos servidores já ingressaram ou saíram do serviço público nos últimos anos. Os critérios para o processo de seleção dos contemplados ainda serão definidos pela Caixa Econômica, pois são recursos advindos do programa de habitação popular do Governo Federal, portanto, não compete a Prefeitura ou ao sindicato a normatização desses critérios, conforme explicou o presidente do Sindicato.



