Durante reunião realizada na manhã desta segunda-feira, na Prefeitura, entre todas as entidades e instituições envolvidas no programa de desfavelamento do entorno do aeroporto Leite Lopes ficaram definidos alguns detalhes com relação à logística para a remoção de 160 famílias para o conjunto Jardim Paulo Gomes Romeo, que terá 692 casas e para onde, no final do ano passado, foram levadas 60 famílias da Favela Adamantina.
A remoção do complexo de favelas do entorno do aeroporto Leite Lopes vem sendo feita por etapas sob a coordenação conjunta da Prefeitura e Programa “Moradia Legal”, que tem à frente o juiz João Gandini, que prevê essa segunda etapa de trabalhos para meados de fevereiro.
Para a prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, o encontro de trabalho foi importante à medida que definiu metas para a erradicação dos núcleos de favelas que ocupam área de risco, considerando-se principalmente a curva de ruído do aeroporto definido pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). “Além de deixarem para trás a condição de favelados, sairão de uma situação de perigo iminente que persiste há muitos anos”, destaca a prefeita.
Enquanto se organiza a remoção das famílias e erradicação das favelas, prosseguem os trabalhos para a conclusão das casas, infraestrutura, e definição de contrato de financiamento compatível com o rendimento das famílias.
Participaram da reunião desta segunda-feira, os juízes João Gandini e Júlio César Spaladore; técnicos da Secretaria de Planejamento; a secretária da Assistência Social, Maria Sodré; dos Negócios Jurídicos, Vera Zanetti, diretor da Cohab-RP, Sílvio Martins; diretor regional da CDHU, Evaldo Jardim, e secretária do Meio Ambiente, Mariel Silvestre.
Fonte: Prefeitura de Ribeirão Preto



