
Pesquisas da Organização Mundial de Saúde mostram que para cada R$ 1,00 gasto em obras de saneamento básico, deixa-se de gastar R$ 6,00 com médicos, remédios e tratamentos de saúde. Baseado nessa premissa, a prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, destaca a importância da conclusão, este ano, da instalação dos 44 km de interceptores, que resultaram num percentual de 97,54% de tratamento de esgoto.
“Foram obras adicionais necessárias, que estavam em andamento quando assumi a Prefeitura, e demos continuidade ao longo de 2009, para conduzir os efluentes até as Estações de Tratamento Ribeirão Preto e Caiçara, completando assim o tratamento do esgoto sanitário e evitando que milhões de metros cúbicos de esgoto “in natura” sejam despejados em córregos da cidade por falta de emissários de captação para levar os dejetos até as Estações de Tratamento”, explicou a prefeita.
Com isso, Ribeirão Preto está à frente, nesse quesito de qualidade de vida, de cidades como Niterói (87,3%), Cabo Frio (72,55%), Limeira (69,85%), Uberlândia (67,77%) e Distrito Federal (67,52%), cidades brasileiras com os maiores índices de tratamento de esgoto.
Importância do serviço – Antes da construção das estações de tratamento de esgoto, Ribeirão Preto era responsável por metade da poluição do Rio Pardo. Com a entrada em funcionamento do sistema de tratamento, que começa no gradeamento, passando pelo tratamento biológico, que é o processo que ativa as próprias bactérias presentes no esgoto, injetando oxigênio, e termina com o lodo tratado no digestor anaeróbico, os níveis de oxigênio das águas eram baixos, ocasionando a morte de peixes e da vegetação ciliar às margens do rio. Com a descontaminação, a água do Rio Pardo pode ser usada nas indústrias e plantações.
Fonte: Prefeitura de Ribeirão Preto



