Do UOL, em São Paulo
No vídeo, um homem cego desde o nascimento consegue descrever rostos desenhados, apontando até o formato da barbar e se a figura está usando óculos. O experimento foi relatado na revista Current Biology, em 6 de março.
Apesar de não terem referência visuais, depois de apenas 70 horas de treinamento, os indivíduos que já conseguiam “ouvir” os pontos e linhas simples passaram a “ver” as imagens integrais, como rostos.
A tecnologia, com base em algoritmos, não só dá “visão” para o deficiente visual, mas também questiona a forma como os neurologistas acreditam que o cérebro está organizado.
Amedi acredita que o cérebro na verdade é uma máquina de tarefas e não sensorial como se achava, ou seja, as partes do cérebro responsáveis por tarefas semelhantes, como a fala , leitura e linguagem estariam intimamente ligadas entre si.



