Take One é uma banda de São Joaquim da Barra que quer viver do som, viver da música, viver feliz e fazendo o público feliz, emocionando, pirando, sendo trilha sonora da vida das pessoas que curtirem a mensagem da banda!
Formada por: Guilherme Sircili (Vocal) Rafael Rezende (Guitarra) Manoel Neto (Guitarra) Hudson Souza (Baixo) Luizin Fregonezi (Bateria), esses cinco caras são ligados pelo som que fazem e que gostam!
O som dos garotos é o pop rock e o repertório inclui bandas como Charlie Brown Jr,Raimundos, CPM 22 e Nx Zero.

SAIBA MAIS SOBRE OS INTEGRANTES:
NOME: Guilherme Sircili
IDADE: 22
CIDADE EM QUE NASCEU: Orlândia-SP
INSTRUMENTO: Voz
QUANDO COMEÇOU A TOCAR: Com 7 anos comecei a tocar violão, vendo meu pai e meu tio tocarem e ensaiarem em casa. Nunca fiz aula, nem algum deles veio e disse “é assim que faz, ou assim, ou assado”. Fui vendo, e principalmente ouvindo, e aprendendo. Em torno de 10 anos, gravava músicas minhas no computador. Com 13 anos fui chamado pra cantar numa banda, e aos 14 tive a primeira banda completa, onde eu era baixista e vocalista.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS: Meu pai, Élvio Sircili, meu tio, Eugênio Sircili, David Gilmour (Pink Floyd), Oasis, Metallica, Alice in Chains.
TIME DE FUTEBOL: Tricolor Paulista!
HOBBY: Socar o som do computador no talo e tocar guitarra torando por cima das músicas que eu curto.
OBS: É só isso? Poxa, pensei que fossem perguntar da minha virgindade, com qual mina famosa eu estou saindo, qual é minha opção sexual, se eu uso drogas, se eu sei fazer o lelelê, quem é o mais fresco da banda, etc.
(Perdi com 14. E sou hetero.)
NOME: Neto
IDADE: 17
CIDADE EM QUE NASCEU: São Joaquim da Barra-SP
INSTRUMENTO: Guitarra Solo
QUANDO COMEÇOU A TOCAR: Com 5 anos de idade, via a banda do meu tio ensaiar, e gostava de tocar bateria, toquei até os 10 anos. E aí então eu descobri o jogo de videogame Guitar Hero (é sério), e me apaixonei por guitarra. Comecei a fazer aulas de violão, e a partir daí fui me aperfeiçoando na guita. Comecei a tocar em uma banda com 11 anos.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS: Slash, Zakk Wylde, meu avô violeiro de Santo Reis, John Petrucci;
TIME DE FUTEBOL: São Paulo
HOBBY: Tocar sozinho em casa algumas músicas que não tocamos na banda.
NOME: Hudson Souza
IDADE: 18
CIDADE EM QUE NASCEU: São Joaquim da Barra-SP
INSTRUMENTO: Baixo
QUANDO COMEÇOU A TOCAR: Aos 13 anos entrei em uma banda que já tinha tudo, menos o baixista, aí então me vi obrigado a aprender tocar contra-baixo. E hoje sou apaixonado por esse instrumento.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS: Engenheiros do Hawaii, Capital Inicial, Fresno, e o Rock Nacional em geral.
TIME DE FUTEBOL: Eu não gosto de futebol.
HOBBY: Assistir desenhos animados e jogar videogame.
NOME: Rafael Rezende
IDADE: 24
CIDADE EM QUE NASCEU: São Joaquim da Barra-SP
INSTRUMENTO: Guitarra Base
QUANDO COMEÇOU A TOCAR: Eu, desde pequeno ouvia rock, por causa do meu pai, mas nunca tive muita vontade de começar a tocar. Depois, com meus 14 anos, via os amigos do meu irmão ensaiando em casa, e deixavam sempre os instrumentos pela casa. Comecei a brincar com os violões e fui aprendendo, mais como brincadeira. Só a partir dos meus 16 anos, que resolvi querer profissionalizar o negócio, e comecei a buscar conhecimentos técnicos do instrumento.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS: RPM, Raul Seixas, AC/DC, Guns ‘n Roses e Iron Maiden.
TIME DE FUTEBOL: Corinthiano azul (porque não sou tão roxo assim)
HOBBY: Antigamente eram os quadrinhos, mas hoje em dia o bagulho evoluiu para filmes e seriados.
NOME: “Luizin” Fregonesi
IDADE: 16
CIDADE EM QUE NASCEU: Orlândia-SP
INSTRUMENTO: Bateria
QUANDO COMEÇOU A TOCAR: Aos 12 anos, em 2010, os meus amigos da minha rua queriam formar uma banda, e como todo mundo que quer começar, eu gostava muito de guitarra. Mas depois acabei percebendo que me dava melhor na batera, e acabei curtindo demais.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS: No começo me inspirava muito em Guns ’n Roses em sua formação original, e em Metallica, e hoje em dia passei a ouvir mais sons como CPM22, Detonautas e Charlie Brown Jr.
TIME DE FUTEBOL: Palmeiras
HOBBY: Jogar bola e ouvir música.
Os garotos deram uma pausa nos ensaios e gravações e recebeu a equipe do Locomotiva do Som para um bate-papo.
CONFIRA COMO FOI A ENTREVISTA EXCLUSIVA PARA O LOCOMOTIVA DO SOM
Rafa: Surgiu com a vontade de todo jovem ter uma banda de rock e aos poucos fui encontrando amigos que tinha a mesma vontade e fomos montando o formato da banda. Pensamos em vários nomes e não chegamos a uma conclusão, até que um dia ao ver um clipe do Barão Vermelho, tinha uma cena em que aparecia uma claquete escrita Take 1, achamos que o nome soa legal e é fácil de lembrar e ficou até hoje.
LS: Como foi a evolução da banda até chegar na formação atual?
Rafa: No início convidei alguns amigos, e aos poucos foi entrando o Neto, que convidou o Hudson, que chamou o Luizim. Entre idas e vindas, ficamos um bom tempo com essa formação, até a entrada do Sircilli, que pode-se dizer deu a cara definitiva da banda e acredito que hoje estamos com a formação ideal para a banda.
LS: Quem compõe as músicas da banda? Qual a inspiração na hora de escrever uma música?
Guilherme: A maioria da músicas é composta por mim na parte das letras e o Neto na parte musical, mas sempre pegando ideias dos outros integrantes. Nossas letras são baseadas em temas que interajam com nosso público, com críticas, romances, auto-ajuda, ou seja, algo que aconteça também com quem for ouvir a música.
LS: Quais bandas ou cantores são influência nas musicas de vocês?
Guilherme: Nossa música até lembra outras bandas, mas a gente tenta passar uma característica própria da Take One.
Rafa: O Neto é 100% Guns, Eu sou AC/DC, o Gui adora Oasis, Pink Floyd…
Hudson: Mas esse não é o som da banda.
Guilherme: Isso que o Hudson disse é verdade, e talvez o que lembre mais nosso som atual é Fresno, NX Zero e Charlie Brown Jr.
LS: Hoje em dia vemos muita rotulação na música. Emos, góticos e outros. Acham que existe mesmo essa diferença de público? Se sim, quais as diferenças no gosto musical desses públicos e qual o público que vcs pretendem atingir?
Sim, o rock é eclético e dentro do rock existem vários estilos e públicos. Nós tentamos agradar a galera mais jovem, mas que a não seja inaudível para os outros públicos.
Rafa: A gente não usa uma linguagem para determinado público com gírias e tal.
Como foi o primeiro e qual foi o melhor show da banda até hoje?
Rafa: O primeiro foi um show beneficente em Guará e foi muita correria, o Hudson caiu, se sujou de barro, mas a noite correu tudo bem e foi muito legal. O show no teatro municipal foi o melhor em qualidade sonora, mas em relação a resposta do público foi o do Caipirock.
Hudson: Realmente esse do Caipirock, que foi um show com várias bandas foi muito legal, a vibe da galera estava muito boa e o pessoal respondendo.
LS: Qual foi o momento mais marcante da banda até hoje?
Rafa: A ida a São Paulo para gravar no Midas Studio, do Rick Bonadio. Mesmo sendo do interior, fomos muito bem recebidos por Thor e Nigéria (pessoal do estúdio). Foi uma experiência que fez a banda evoluir muito e talvez tenha sido nosso rito de passagem do amador para o profissional.
LS; Qual a maior dificuldade para quem tem uma banda hoje em dia?
Neto: Acho que a maior dificuldade é juntar uma galera legal pra tocar junto, pois se os seus parceiros de banda forem irmãos de verdade, você consegue superar a falta de dinheiro e estrutura.
LS; Muitas bandas estão se destacando através da internet. Qual o peso de sites, blogs e mídias sociais na hora de tentar a carreira musical nos dias de hoje e o que acham do espaço que as mídias tradicionais (TV, rádio, mídia impressa) têm dado à música?
Guilherme: É importante pois é uma ferramenta que proporciona a banda mostrar seu trabalho de forma mais fácil, não dependendo de mídias como TV ou rádio.
Rafa: Acho que TV, Rádio e jornal continua sendo importante na divulgação de uma banda e sempre que somos convidados a gente participa dessa mídias.
LS; Já sofreram críticas nas redes sociais? Como lidam com isso?
Rafa: Diretamente a banda não recebeu, mas aparece algumas indiretas. Isso chateia um pouco pois a gente se sentiria melhor recebendo a crítica de forma direta, ou seja, que a pessoa nos mostrasse algo que considera ruim em nosso trabalho e até nos ajudar em algo que possa fazer a gente crescer como banda.
LS: Quais os objetivos da banda e os próximos passos para atingi-lo? (Shows, lançamentos, vídeos, Cd´s, etc)
Divulgar nossa música de trabalho, que se chama “Em Paz”, e gravar nosso EP com seis músicas.
Rafa: A banda já acontece a muito tempo, mas como essa formação a gente considera definitiva, nós queremos gravar esse EP e dependendo da reação do público, definir com essas músicas a cara definitiva em relação ao som da da banda.
LS: O que acham da cena pop/rock em São Joaquim da Barra e região?
Guilherme: Falta lugares para tocar, isso faz com que o músico tenha que tocar outros estilos, como o sertanejo para poder trabalhar, o que inclusive é o meu caso e do Neto também.
O rock já foi muito forte em nossa região e por alguns motivos foi acabando os lugares para mostrar nosso som, mas fico satisfeito em saber há que muitos músicos em atividade, inclusive muitos que não conhecia, e a alguns que se reuniram novamente só para tocar no festival.
LS: Por falar em festival, qual a expectativa em tocarem no Festival de Bandas da do Maré Alta?
Guilherme: Essa ideia do festival que é minha, do Renato Bosco e do Thiago do Maré Alta é uma forma de voltar a a força do rock em nossa cidade que a 15 anos atrás era muito forte. Estou muito ansioso com essa oportunidade e satisfeito em dividir o palco com bandas de toda a a região.
LS: Obrigado pela entrevista, deixe um recado para os fãs e leitores do Locomotiva do Som.
Guilherme: Agradecemos ao Locomotiva do Som pela oportunidade e convidamos vocês a curtirem nosso som e fortalecer a cena pop/rock da nossa região.
Contato: https://www.facebook.com/bandatake1



