
Uma fábrica de colchões na Zona Norte de Ribeirão Preto (SP) voltou a pegar fogo na tarde desta terça-feira (25), três dias após um incêndio de origem desconhecidadestruir 80% do prédio. Com quatro viaturas, os bombeiros demoraram aproximadamente 30 minutos para combater as chamas que reacenderam.
“Desta vez foi um incêndio de pequena proporção, tanto é que os meios necessários hoje foram poucos, se comparados aos do dia do primeiro incêndio”, afirmou o tenente do Corpo de Bombeiros Marcelo Filippin.
O tenente explicou que a reignição – como é chamado quando o incêndio recomeça – não é comum, mas pode acontecer devido ao calor que permanece nos escombros durante alguns dias. “O calor que fica reinicia o fogo nos materiais combustíveis. Com o tempo, esse calor vai passando e não há mais perigo”, afirmou Filippin. Ninguém ficou ferido.
Incêndio
No sábado (22), o incêndio que atingiu a indústria na Vila Mariana mobilizou dez viaturas e 30 homens do Corpo de Bombeiros para ser controlado, além de contar com o apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar, e de caminhões do Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão (Daerp).
O fogo queimou o almoxarifado da empresa, onde havia tecidos, plásticos, espumas, molas e outros materiais utilizados na fabricação dos produtos. O proprietário da fábrica, Eduardo Passalacqua, confirmou que as chamas destruíram cerca de 6,5 mil m² do prédio.
A Polícia Civil têm duas hipóteses para a causa do incêndio: um raio ou um curto-circuito. Na manhã de domingo (23), peritos recolheram material para anexar ao inquérito, que ainda não tem prazo para ser concluído.
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Do G1 Ribeirão e Franca



