
O presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapeutas Acupunturistas, Jorge Eduardo Araújo, considera precipitada a medida judicial que restringe a atuação profissional da acupuntura.
Em entrevista ao Jornal da EPTV, o professor da USP de Ribeirão Preto afirmou que faltam instrumentos legais para considerar um profissional especialista na técnica chinesa introduzida no Brasil na década de 1960.
A medida que entrou em vigor nesta terça-feira (3) restringe para seis profissões – além da medicina– a aplicação da acupuntura, dentre elas fonoaudiologia e educação física.
A decisão, embasada no argumento do Conselho Federal de Medicina de que o procedimento requer diagnósticos, derruba liminares dos conselhos de Farmácia, Fisioterapia e Psicologia que estendiam a autorização às suas áreas de atuação.
Fonte: G1 Ribeirão e Franca



