O advogado dos pais da adolescente Gabriela Nichimura, 14, que morreu na última sexta-feira (24) depois de cair de um brinquedo do parque Hopi Hari, disse nesta quarta-feira (29) na delegacia de Vinhedo (SP) –onde o caso é investigado– que a jovem estaria em uma cadeira desativada. Gabriela morreu após cair do brinquedo La Tour Eiffel –também conhecido como elevador.
O defensor Ademar Gomes disse que o fato contraria a perícia, que apontou que a jovem estava em outra posição no brinquedo. O advogado, porém, negou o que disse mais cedo seu assessor, Daniel Gomes, de que a família teria uma foto que comprova que Gabriela estava na primeira cadeira de uma das fileiras do brinquedo e não na terceira cadeira, como disse a perícia. Cada fileira tem quatro assentos.
Fonte: Débora Melo – UOL, em Vinhedo



