O encontro de dois macacos mortos nos limites da cidade, um buigio nas proximidades da entrada das Antas e um sagui nas proximidades do recinto do Toneiro Leiteiro acendeu o sinal de alerta na Vigilância em Saúde, no entanto com o recebimento do resultado negativo para febre amarela emitido pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) o setor de saúde municipal respira mais aliviado.
Este sagui foi encontrado, com indícios de atropelamento, na avenida Neca Santana, na altura do Recinto José Alves Casagrande e o material para exames encaminhado por volta 20 de novembro. O IAL enviou o resultado para a Vigilância em Saúde na manhã de hoje sexta feira, dia 16 de dezembro.
No dia 10 de novembro foi encontrado o primeiro animal, o buigio, que já na primeira semana de dezembro foi negativado para febre amarela.
A preocupação surgiu porque em nossa região foram confirmados casos de macacos mortos com febre amarela em Severínia, Cajobi e São José do Rio Preto, sendo que nesta última, ocorreu um caso de morte humana. E os primatas são os principais transmissores e indicadores de surtos da doença.
Vacina
Mesmo com o afastamento da febre amarela nos animais encontrados, a orientação é que todos mantenham suas carteiras de vacinação em dia. Na dúvida devem procurar as suas USF – Unidades de Saúde da Família – de referência e verificar se as doses se as doses. A dica vale para todas as idades, com as crianças, devido à variedade de imunizações que estão sujeitas, a atenção ao cronograma deve ser minuciosa.
Manter residências, prédios comerciais, terrenos e outros logradouros livres de criadouros do Aedes aegypti, “o mosquito da dengue” é primordial, especialmente nos meses de chuvas. O vetor que transmite dengue zika e chikungunya, no meio urbano, é o responsável pela proliferação da febre amarela, também.


