Uma história de amor
Flávio Antonio Figueiredo, nasceu em Orlândia, trabalha na In telli e conheceu Alina Helena Savu da Romênia pela internet.
Começaram um namoro virtual. Ela aprendeu a língua portuguesa na Romênia e veio para Orlândia dia 2 de outubro de 2.015.

Ela veio com todos seus documentos inclusive certidão de nascimento e passaram a morar juntos. Flávio e Alina querem se casar, mas o cartório disse que não pode efetivar o casamento por razões da certidão ser do ano de 2.014 e precisa de um documento atual. Flávio procurou por telefone o Consulado da Romênia que disse que Alina tem que voltar a Bucareste para conseguir tal certidão. Para complicar o visto de permanência no Brasil vence dia 6 de janeiro de 2.016 e a passagem de ida e volta custa cerca de R$ 12 mil.
Romênia – terra do Drácula
O Conde Drácula pode ter sido inspirado no voivode (príncipe) Vlad Tepes (Vlad III), que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão e o mundo muçulmano (Turquia). Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus inimigos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário de modo que logo passou para o conhecimento popular como um vampiro.
O pai de Vlad III, Vlad II, era membro de uma sociedade cristã romana (de Roma) chamada Ordem do Dragão, criada por nobres da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de Dracul (dragão), e, por consequência, seu filho passou a ser chamado Draculea(filho do dragão) — a terminação “ea” significa filho. A palavra “dracul”, entretanto, possuía um segundo significado (“diabo”) que foi aplicado aos membros da família Draculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos



