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Um grupo de pesquisadores do Instituto Salk para Pesquisas Biológicas, nos EUA, conseguiu encontrar a fonte química da felicidade perpétua, e ela está no bem-estar mental. Mas como eles chegaram a essa conclusão? Com uma espécie de alquimia de laboratório que transforma células de pele humana em neurônicos que se comunicam entre si através da serotonina.
A serotonina é uma substância neurotransmissora relacionada ao humor, ao desejo sexual, à memória e a outros fatores que afetam diretamente aquilo que conhecemos como felicidade. Segundo alguns estudos, se a secreção de serotonina no cérebro é deficiente, podem ocorrer quadros de depressão, autismo ou esquizofrenia.

Essa descoberta notável permitirá analisar, com muito mais precisão a relação entre esses transtornos e o comportamento das células, além de ser um passo em direção à possível manipulação dos mecanismos envolvidos na secreção e absorção dessa substância química, ou seja, na construção da felicidade
Fonte: RT
Imagem: YanLev/Shutterstock.com
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