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Apesar de os casos mais comentados sobre racismo nas redes sociais envolverem famosos, o preconceito atinge também anônimos. Moradora da periferia de São Paulo, Eduarda, de apenas 11 anos, recebeu mensagens ofensivas pelo Facebook. Usando um perfil falso, um usuário publicou textos criticando o cabelo e a cor de pele da menina. O promotor Christiano Jorge Santos, no entanto, avisa: “mesmo aquelas pessoas que se valem de ‘fakes’ não estão fora do alcance da justiça”.




