[ad id=”92272″]
Artur Oreana, natural de Orlândia e funcionário da Symantec, empresa Americana criadora do anti-virus Norton, com fifial em São Paulo, foi convidado pelo Deputado Rafael Motta do PROS do RN, a participar da CPI da Cibernética em Brasília.
Ele expons sua visão sobre crimes pela internet na última quinta-feira, dia 29 na Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o tema.
Artur foi um dos entrevistados do Programa Fantástico de domingo retrasado e despertou a atenção do deputado.

Sobre a CPI dos Crimes Cibernéticos
A Comissão Parlamentar de Inquérito de Crimes Cibernéticos foi criada para investigar:
A operação IB2K que a Polícia Federal realizou em 2014¹, com o objetivo de desarticular uma quadrilha suspeita de desviar pela internet mais de R$ 2 milhões de correntistas de vários bancos – quadrilha esta que usava parte do dinheiro desviado para comprar armas e drogas;
O último relatório da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, que aponta um crescimento de 192,93%² entre 2013 e 2014 nas denúncias envolvendo páginas na internet suspeitas de tráfico de pessoas, e
Os gastos de US$ 15,3 bilhões com crimes cibernéticos no Brasil em 2010.
Além do intuito de investigar quadrilhas suspeitas de desviar dinheiro de bancos, a CPI também visa abordar crimes e violações dos direitos humanos na internet, além de casos de vazamentos de fotos íntimas e crimes de pornografia infantil.
O motivo do convite
No dia 11 de Outubro foi ao ar no programa Fantástico, da TV Globo, uma matéria sobre os crimes cibernéticos, na qual Arthur Oreana foi o único brasileiro a ser entrevistado. Na oportunidade, ele explicou para a jornalista como é feito o acesso a redes anônimas pelos hackers e como eles se utilizam do anonimato para praticar os seus crimes.
Um deputado federal que assistia a essa matéria pediu à presidente da CPI – deputada Mariana Carvalho – a convocação do Arthur para prestar esclarecimento aos deputados sobre como é feito o acesso a esse submundo da Internet, na tentativa de criar leis que combatam esse tipo de crime.
Após receber a convocação, o Arthur compareceu na última quinta-feira, 26 de Novembro, na Câmara dos Deputados em Brasília/DF, onde explicou para os presentes na audiência como a comunicação é feita, bem como os meios possíveis de repressão a essas atividades ilícitas.³
O Arthur é filho de José Antônio Oreana (Nenê) e Márcia Helena da Rocha Peres Oreana. Hoje ele trabalha como Especialista em Segurança da Informação na Symantec, empresa americana com sede na Califórnia. Formado em Sistemas de Informação pela Universidade de Franca, com mais de 14 anos de experiência em segurança e arquitetura de sistemas, iniciou a carreira fazendo estágio na Prefeitura, quando do cadastramento dos munícipes orlandinos no sistema informatizado de IPTU. Também trabalhou como guarda-mirim no antigo Banespa e por último trabalhou por sete anos na CAROL. Logo depois mudou-se para São Paulo, Belo Horizonte e novamente está em São Paulo. Com larga experiência como palestrante em eventos da Indústria e do Mercado, também é porta-voz da Symantec para os temas de proteção da informação e cybersegurança.
(1) http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/09/pf-prende-no-df-e-go-16-por-desvios-de-r-2-milhoes-de-contas-pela-web.html
(2) http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/cresce-numero-de-denuncias-de-crimes-na-internet-em-2014
(3) http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/parlamentar-de-inquerito/55a-legislatura/cpi-crimes-ciberneticos/videoArquivo?codSessao=55196&codReuniao=42427




