Ontem, dia 25 de abril na Sessão da Câmara Municipal de Orlândia, teve com exclusividade a votação das Contas do exercício de 2007 do ex-prefeito Vado, aprovadas por 7 votos a 0 pelo Tribunal de Contas e rejeitadas pela Comissão de Orçamento do município.
Mais de 100 pessoas estiveram presentes na Sessão dentre eles, o Deputado Federal Pr. Marco Feliciano e Vinícius Bugalho representando a OAB.
Com 6 votos desfavorável a aprovação, 2 a favor e uma abstenção, foi derrubado o parecer do Tribunal de Contas do Estado (formado por 3 juízes). Com esse resultado, VADO não teve suas contas do exercício de 2007 aprovadas pela Câmara mas ainda continua sendo um forte candidato a prefeito de Orlândia.
VOTAÇÃO:
André Luiz Parreira: desfavorável
Maria Bernadete Vianna: favorável
José Cláudio Trito: desfavorável
Edson Vieira: desfavorável
Eduardo Elias: desfavorável
José Inácio: favorável
Leila Orsi: desfavorável
Marcelo Bordim: desfavorável
Sebastião Atílio (Nego): abstenção
PAUTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 25/04/11:
PARECER DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO – PELA APROVAÇÃO DAS CONTAS DO EXECUTIVO MUNICIPAL DO EXERCÍCIO DE 2.007, E PARECER DA COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E CONTABILIDADE DA CAMARA MUNICIPAL PELA REJEIÇÃO DAS CONTAS DO EXECUTIVO MUNICIPAL REFERENTES AO EXERCÍCIO DE 2.007.
ENTENDA O CASO
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo deu parecer favorável, por sete votos a zero, nas contas do exercício de 2007, de responsabilidade do ex prefeito Vado.
As contas foram enviadas para a Câmara Municipal de Orlândia e apreciadas pela Comissão de Orçamento, Finanças de Contabilidade, que deu o parecer desfavorável a aprovação das contas. Essa Comissão é formada pelos vereadores: Eduardo Elias Mourani (Presidente da Comissão), Edson Rodrigues Vieira e Dr. José Claudio Trito.
O Tribunal de Contas apenas emite um parecer favorável ou desfavorável a aprovação, porém quem aprova ou rejeita as contas são Câmaras Municipais. Nesse caso, para se derrubar o parecer do Tribunal de Contas é necessário 2/3 dos votos, ou seja, 6 votos desfavoráveis a aprovação das contas.
Fonte: Novacidade
Foto: Rangel



